NINE IT MIGRATION
Migração para a Nuvem
Planejamento e execução da migração de ambientes on-premises para a nuvem, com foco em segurança, continuidade, modernização e eficiência operacional, reduzindo risco em cada etapa da transição.

Assessment e estratégia de migração
Antes de mover workloads, mapeamos dependências, criticidade, requisitos técnicos, dados, conectividade e restrições. Isso permite escolher estratégias diferentes para cargas diferentes em vez de aplicar uma única abordagem a todo o ambiente.
- Inventário e dependências
- Criticidade e requisitos de continuidade
- Rehost, replatform ou refactor conforme o contexto
- Sizing e estimativa de consumo
- Riscos, pré-requisitos e roadmap
Ondas, cutover e rollback
Organizamos a migração em ondas controláveis para reduzir blast radius e facilitar validação. Cada mudança deve ter critérios claros de prontidão, saúde, retorno e aceite antes do avanço para a próxima etapa.
- Agrupamento de workloads por dependência
- Planos de cutover e janelas de mudança
- Critérios objetivos de rollback
- Validação funcional e operacional
- RCA e estabilização pós-migração
Modernização após a movimentação
A migração pode ser o início da modernização, não o fim. Depois de estabilizar a carga, avaliamos oportunidades de evoluir IaaS, bancos, integração, contêineres, observabilidade e automação quando houver benefício técnico e econômico.
- Evolução de IaaS para PaaS quando fizer sentido
- Serviços gerenciados e automação
- Observabilidade e SRE
- Resiliência e recuperação
- Otimização de custos pós-migração
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre a abordagem
Respostas objetivas para entender escopo, processo e próximos passos.
Como começa uma avaliação?
O primeiro passo é entender objetivos, restrições, riscos e estado atual. A partir disso definimos prioridades, entregáveis e critérios de sucesso.
A solução é vinculada a um único provedor?
Não necessariamente. A abordagem considera requisitos e trade-offs e pode envolver Azure, AWS, Google Cloud, Microsoft 365, ambientes híbridos e tecnologias complementares.
Quais evidências são entregues?
O escopo pode incluir recomendações, decisões arquiteturais, diagramas, backlog técnico, critérios de segurança, riscos, prioridades e orientações de implementação.

